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(be perfect)
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« (...) O cardeal era um contraceptivo. Não a deixou casar com Luís XIV. De qual modo, Staline estava melhor como marca de perservativos. (...) »
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in "Prazer e Glória"
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(Agustina Bessa-Luís)
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3 comentários:
Para mal dos meus pecados, já me pediram 3 vezes que botasse prosa sobre o dito. Lá botei para dizer mais mal que bem. Do filme, claro.
Este mundo pode ser fogueira das vaidades,fogueira dos edemas dos egos que de tão inchados rebentam, fogueira dos vícios, fogueira das auto exigências,fogueira das honestidades, fogueira de quase tudo o que implica uma dádiva inteira (afinal Picasso copiou clássicos até à morte para disciplinar o traço, p.ex.).
O que se passa aqui é que se juntou tudo (bom e mau) numa só personagem, com características patentemente patológicas. É quase um documentário compacto de manias afectas ao emblemático Ballet Clássico e... com fundamentação histórica.
Mas enfim...lá que andam por aí, andam.
Fui ver... A medo pq a violência me agride.
Sei que achei umas belíssimas interpretações e que toda(s) aquela(s) vida(s) ... mais me fizeram sentir a inutilidade a que nos poderá levar este tipo de 'feiras da vaidade'.
(alegoricamente, claro.
Foi nesse sentido que construí este post... )
Pois, duas amigas minhas, fora de danças, ficaram chocadas com a violência.
E de facto, não devem haver mundos tão violentos como o da dança.
A vaidade, cá para mim, é sempre inútil. Seja onde fôr.
Não se pode é confundir a necessidade de expressão artística com a vaidade ou com o vício da fama.
Acho, portanto, que tens razão.
E de facto o filme está bem interpretado até na caricatura da bailarina "velha". Quantas há que ficam pertinho daquilo...
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