sexta-feira, 18 de março de 2011

alimento para a alma ...

.
.
.
.
.
.
.
.
.
« (...) Mas não era meu desejo encerrar esta peça dentro de um género tão definido, sobretudo considerando a sua génese tão particular, preferindo apresentar este estranho "ballet imaginário" apenas em função daquilo que ele é: um grande divertimento rapsódico e lúdico. (...) »
.
.
.
(Bruno Mantovani)
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.

Sem comentários: