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«(...) Creio que foi o sorriso,
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«(...) Creio que foi o sorriso,
o sorriso foi quem abriu a porta.
Era um sorriso com muita luz
lá dentro, apetecia
entrar nele, tirar a roupa,ficar
nu dentro daquele sorriso. (...) »
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(Eugénio de Andrade)
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