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«(...) E pensou que as coisas têm uma ordem
e
que nada acontece por acaso;
e o acaso é mesmo este: a nossa impossibilidade
de colher os verdadeiros nexos das coisas que existem,
e sentiu
a grosseria e a arrogância
com que unimos as coisas
que nos circundam (...) »
e
que nada acontece por acaso;
e o acaso é mesmo este: a nossa impossibilidade
de colher os verdadeiros nexos das coisas que existem,
e sentiu
a grosseria e a arrogância
com que unimos as coisas
que nos circundam (...) »
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O Fio do Horizonte
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(António Tabucchi)
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