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« (...) A coisa-ruim fazia desaparecer de repente os objectos e cegava as crianças curiosas de mais. A coisa-ruim nunca se via e podia fazer mal, muito mal, mas também havia muitas formas de a vencer. Se se soubesse usá-las no momento propício, podia ter-se quase a certeza de que se estava a salvo. (...) »
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- UM PAÍS PARA LÁ DO AZUL DO CÉU -
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(Susanna Tamaro)
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