terça-feira, 31 de maio de 2011

terra de ninguém ...

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« (...) Na manhã seguinte, o vaporetto conduz-me à estação, deslizando sobre a água verde do Grande Canal, diante dos palácios. Chego mesmo à hora, e o bagageiro empurra-me para dentro do comboio. Veneza tem o condão de desaparecer de repente, de não correr atrás do comboio, piscando os olhos em todas as direcções, como fazem as outras cidades. mas afunda-se de imediato, como se não existisse, como se nunca tivesse existido. »
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- Terra de Ninguém -
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(Nina Berberova)
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