domingo, 15 de maio de 2011

schritten 10 ...

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« A lisonja é sempre sedutora »
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- António Caetano de Abreu Freire Egas Moniz -
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in
"Egas Moniz
Uma Biografia"
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(João Lobo Antunes)
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2 comentários:

José Quintela Soares disse...

Ainda que..."em tempo em que só vale a lisonja, não podia parecer bem quem professa só a verdade", como disse o Padre António Vieira.

frioleiras disse...

Verdade... claro que é verdade!

'Apliquei' esta pequena frase de Egas Moniz porque o contexto em que a introduzi, com as imagens com alusões a Rattle, a fotog de Olaf Maninger com o seu «cello» (que recentemente captei em Salzb.) traduziam juntamente com Rinat Shaham (que nesta Páscoa foi sua convidada como solista) e que, curiosamente descobri no YTube a cantar a Carmen............

Em certa medida traduz o meu descontentamento pelo modo como eles (e não só) «espatifaram» o Festival da Páscoa de Salzburg.

Sim, pq sinto que não foi só o descalabro com a fraude de Dewitte a causa deste final...
Talvez Rattle tivesse 'imposto' a sua mulher - Madalena Kozena - para o papel de Carmen, o germanismo patente em Olaf Maninger (q, apesar de tudo mt admiro..) q é hoje um dos homens do Board da Orquestra etc etc e a falta de ética e de 'fair play' com que a orquestra/Rattle trataram Salzburg, participando-lhes a sua não comparência em Salzburg dp de 2013 já depois de terem assinado contrato com Baden-Baden ...................
Tudo isso me lembrou a lisonja com que Rattle beijou cavalheirescamente a mão de Rinah, lá no palco de Salzburg, ela que já foi Carmen.... antes da Kozena e como final... o fim não revelado.

Curiosamente Rattle regressou no mesmo avião que eu. Felicitei-o e ele foi tão asséptico tão pouco simpático , petulante mesmo !... diferente de outros músicos/artistas q ao longo de 14 anos me habituei a felicitar por lá ........

Hoje, depois da confirmação do q aconteceu ao Festival da Páscoa de Salzburg... não deixei de me lembrar da falsa lisonja com q ele acolheu a Rinah e a nós Público que fazemos o seu êxito e o da Orquestra..................
............

A verdade... nunca se sabe
verdadeiramente.........................