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Projecto ambicioso que dizem não ter sido viável sem o apoio da RTP etc, etc, etc, etc ...
Realizado por Raul Ruiz, "realizador preferido de muitos actores como John Malkovich, Isabelle Hupert e Fanny Ardant", actores da minha dilecta predilecção ... as críticas foram-lhe muito favoráveis se bem que as cerca de 5 horas de exibição merecessem ... um filme excepcional...
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Pois bem, embora o cansaço relativo à extensão do filme se tivesse agravado com a mistura de enredos que se sobrepunham, desenrolavam, recomeçavam , retrocediam etc etc... inegável o fascínio pelas «histórias e intrigas dentro da nossa história do sec XIX» ... Contudo, as memórias da beleza de toda a encenação desanuviaram-me, agora ao recordá-las, do extremo cansaço físico com que regressei ... depois de tantas horas de exibição.
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Bonitos enquadramentos... Apreciavam-se melhor se fossem em episódios televisivos. Assim, o filme tornou-se um tanto cansativo e monótono...
Por aqui e por ali... julguei ver reflexos de pinceladas do Domingos Sequeira , da imperatriz Eugénia, da imperatriz Isabel da Austria etc etc... e as portuguesas de Camilo Castelo Branco não seriam, certamente tão esguias na Lisboa de então................... Não gostei do som... problema constante nos filmes portugueses...
Por aqui e por ali... julguei ver reflexos de pinceladas do Domingos Sequeira , da imperatriz Eugénia, da imperatriz Isabel da Austria etc etc... e as portuguesas de Camilo Castelo Branco não seriam, certamente tão esguias na Lisboa de então................... Não gostei do som... problema constante nos filmes portugueses...
De todo o modo foi bom de ver ....
apesar de, apesar de..........................................
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2 comentários:
Não tenho ganas nenhumas de ir ver.
A tua opinião coincide com algumas que já ouvi.
Por longos, sem cansaço, fico-me pela maravilhosa versão integral do "Ludwig" do Visconti. Do soberano Visconti.
E pois, essa do som...
sim.............ontem encontrei um amigo com quem estou sempre a «guerrear» mas que (sinto) nos compreendemos, eb de opiniões/maneiras de estar-sentir a vida ... diferentes................
engraçado que quando eu «defendi» o q gostei no filme ... ele falaou no Ludwig........
Mas Visconti (tal como para mim, Savall............. são deuses q não posso comparar com os outros... mortais...)
Lembrei-me agora da última personagem, a criança do princípio ... agora já adulta.... aqui «pinceladas» da fig. de Chopin (no cabelo e com a pálidez/amarelada da tez «à la» tuberculose) do Visconde de santarém (do D. Sequeira) ...
francamente não... mas revela tanto de nós... do nosso provincianismo bacoco...............
eu , assumo-me: acho-me bacoca e provinciana... talvez por isso seja crítica nestas coisas q gostaria de ver diferentes de mim, endeusadas... como vejo Bach, Savall, Visconti Phil. Orch. de Berlin, Wagner, Rembrandt, Vermeer etc., etc. etc. .........
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