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PRIMITIVOS PORTUGUESES
1450-1550
O Século de Nuno Gonçalves
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Nuns dias cheios de crise e descrédito pelo nosso bem comum,
pelo nosso país, pela nossa pátria..............
a nossa identidade nacional
aqui bem patente...
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Vê-la ... um privilégio..........
que nos transmite um pouco de alento
e nos remete para o orgulho daquilo que fomos
e já não somos..........
.
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[excelente toda a «entourage» unida pelo tom lilás,
(o tom do fundo deste blog, que eu já elegera ... sem saber...)
e que transpõe para o contemporâneo um pouco de reverência
para com essa época religiosa e soberana,
um tom que une e indica a proveniência das obras,
vindas desses conventos que foram desmantelados e expropriados
mas que, quase por milagre ...
aqui vieram parar.
.
(Nunca foram tão
vistos e tão vividos...
como desde que foram retirados desses
conventos... de então)
.
Depois, bem ao centro, como numa Corte,
esse lilás pareceu-me quase grená
quase a ir para um tom mais encarnado...
(da bandeira que já não a da monarquia)
.
Depois aquela instalação,
belíssima, de Pedro Cabrita Reis,
cuja cor quase se deixou à nossa imaginação...
vi um cinzento a fugir para o verde
naquele tríptico espectacular,
actual,
enfrentando
quase como um espelho
e como pano de fundo
os soberbos e sempre comoventes
Paineis de S. Vicente.
.
Um lapso alucinante fez-me ver naquela sala
uma interpretação
minha... apenas........
cores que tendiam, pálidas e forçadas
para as cores da bandeira
da república..........
e o tríptico em frente aos Paineis
tal como o pano da Verónica
pronto a enxugar os rostos dos retratados dos Paineis,
testemunhas quase vivas
ao longo dos séculos,
da dança decadente da nossa história...
... desde então.
.
(pura fantasia minha mas... foi assim que li,
no ápice do meu deambular por lá.....
no dia da inauguração.)
.
.
.
Gostei.......
dolorosamente... gostei muito.
.
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pelo nosso país, pela nossa pátria..............
a nossa identidade nacional
aqui bem patente...
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Vê-la ... um privilégio..........
que nos transmite um pouco de alento
e nos remete para o orgulho daquilo que fomos
e já não somos..........
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[excelente toda a «entourage» unida pelo tom lilás,
(o tom do fundo deste blog, que eu já elegera ... sem saber...)
e que transpõe para o contemporâneo um pouco de reverência
para com essa época religiosa e soberana,
um tom que une e indica a proveniência das obras,
vindas desses conventos que foram desmantelados e expropriados
mas que, quase por milagre ...
aqui vieram parar.
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(Nunca foram tão
vistos e tão vividos...
como desde que foram retirados desses
conventos... de então)
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Depois, bem ao centro, como numa Corte,
esse lilás pareceu-me quase grená
quase a ir para um tom mais encarnado...
(da bandeira que já não a da monarquia)
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Depois aquela instalação,
belíssima, de Pedro Cabrita Reis,
cuja cor quase se deixou à nossa imaginação...
vi um cinzento a fugir para o verde
naquele tríptico espectacular,
actual,
enfrentando
quase como um espelho
e como pano de fundo
os soberbos e sempre comoventes
Paineis de S. Vicente.
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Um lapso alucinante fez-me ver naquela sala
uma interpretação
minha... apenas........
cores que tendiam, pálidas e forçadas
para as cores da bandeira
da república..........
e o tríptico em frente aos Paineis
tal como o pano da Verónica
pronto a enxugar os rostos dos retratados dos Paineis,
testemunhas quase vivas
ao longo dos séculos,
da dança decadente da nossa história...
... desde então.
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(pura fantasia minha mas... foi assim que li,
no ápice do meu deambular por lá.....
no dia da inauguração.)
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Gostei.......
dolorosamente... gostei muito.
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2 comentários:
Às vezes os milagres existem.
Às vezes parece haver uma força teimosa contra o desrespeito que cada tempo tem pelos anteriores ou pela politização que confunde ideologia com poder pessoal, que é como quem diz, a ditadura das certezas.
(Nada exige uma formação geral e abrangente mais sólida que o exercício do poder)
O milagre também foi ter encontrado um violoncelo único em Boston, expropriado em Portugal.
O piano que lhe fazia companhia, vi-o numa sala, na televisão, numa passagem de férias aqui, há alguns anos atrás.
Ainda gostaria de encontrar muita coisa, coisas soltas com História grande ou pequena. Tanto faz.
Talvez algumas estejam a apodrecer em armazéns. Nada que não tivesse já visto.
Mas é assim: quando ontem disse que Portugal tem 32 almirantes e os EUA só têm 6, fui quase insultada.
Este é um país que podia ser grande se conhecesse a temperança sábia do meio termo e do meio tempo.
E sobretudo se escrevesse a sua própria História.
Portugal...
Há dias fui a uma visita ao Museu de Marinha......
O oficial que nos fez a visita guiada (todo fardado obviamente... e eu sp gostei da farda da Marinha:-))
confessou-nos (num momento de cumplicidade) que enjoava a bordo de barcos e .............. que não sabia nadar... :-))))
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