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- die Musik -
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« (...) No final de 1907, dois duros golpes marcariam profundamente a realidade de Mahler: a morte da sua filha mais velha e o diagnóstico de uma grave doença cardíaca. Por essa altura, o seu amigo Theodor Pollak ofereceu-lhe uma colectânea de 83 poemas intitulados Die chinesische Flöte («a Flauta chinesa») adaptados por Hans Bethge a partir de traduções dos originais chineses.
Voltados para a terra, para a natureza e para a solidão do homem no seio desses elementos.
Mahler identificou-se de imediato com o espírito dos poemas, encetando a adaptação de alguns deles que conjugou numa obra de cunho autobiográfico e portanto profundamente pessoal. (...) »
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(Miguel Ângelo Ribeiro)
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(Miguel Ângelo Ribeiro)
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«Canção de Beber da Tristeza da Terra »
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2 comentários:
Também costumo vir cá espreitar:)
Ouço muitas vezes Mahler e sobretudo nos (ou nas) lied lembro-me sempre de Caspar D. Friedrich ou melhor, tenho sempre a sensação que entro nos seus quadros e por ali passeio. Por dentro.
Para mim, são atmosferas semelhantes onde a solidão, sobretudo e o desencanto, têm a expressão artistica quase máxima.
Manias.
por acaso ... ligo mt Mahler a Viena... embora toda a sua música não «meta» em plena natureza . Egon Scheele, Klimt... penso mais perto dele......
talvez pela mulher ... Alma Mahler tão vienense..........
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