quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

in memoriam..................

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"I should have called my agent or had my lawyer come to the set because you can't force someone to do something that isn't in the script, but at the time, I didn't know that. Marlon said to me: 'Maria, don't worry, it's just a movie,' but during the scene, even though what Marlon was doing wasn't real, I was crying real tears. I felt humiliated and to be honest, I felt a little raped, both by Marlon and by Bertolucci. After the scene, Marlon didn't console me or apologize. Thankfully, there was just one take."
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2 comentários:

Maria Trindade Goes disse...

Cá para mim foi uma época (anos 60/70) que teve coisas muito excessivas no campo das artes.
Na dança, por ex.,fizeram-se coisas incríveis só para negar,totalmente, tudo o que estava para trás e era considerado burguês: mate-se a Martha Graham e a Doris Humphrey.

No campo da performance ainda hoje não consigo ver (tomei contacto nos anos 80, em filme) nem perceber como é que as pessoas deliravam com criaturas como a Gina Pane.

Às vezes penso que muita coisa já não é forma de expressão (ideológica ou não)mas desejo desesperado de protagonismo.

E apetece-me virar as costas.

Sei lá...

frioleiras disse...

Gostei imenso d Maria Schneider neste filme..........

um fime q m ficou n memória..