«As palavras não servem para descrever imagens.
As palavras foram há muito corrompidas pelos padres, políticos, banqueiros e escritores.
As palavras foram há muito corrompidas pelos padres, políticos, banqueiros e escritores.
Não se pode falar do sagrado e é disso que aqui se trata.
Ora se venera ou se esquece.
Ora se venera ou se esquece.
E que filme poderá ser feito e visto depois deste?
Este é o grau zero da realidade, a revelação da mácula
que está em cada um de nós.
que está em cada um de nós.
O fim que tememos.
A luz que se extingue.»
Paulo Nozolino
sobre «O Cavalo de Turim»
(Béla Tarr)
- Atual - Jornal Expresso, 16 de Junho 2012



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