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Hoje na Fundação C. Gulbenkian ouviu-se Haydn e Mozart pela Orchestra des Champs-Élysées, Philippe Herreweghe e... Andreas Staier (concerto para piano e Orquestra Nº 25 em Dó maior, K.503.).
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Da brochura alusiva ao programa li a pequena "história ao lado" , um pequeno apontamento sobre «a coloração original» ....
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Pintado no primeiro quartel do século XVI por Miguel Ângelo, o tecto da Capela Sistina foi alvo de vários restauros o último dos quais por Gianluigi Colalucci. Este restauro foi criticado por Colalucci ter optado por devolver à obra a exuberância de cores original, recusando os tons pastel .
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Philipe Herreweghe defende também, para a sua música, uma abordagem em tudo similar à de Colalucci e dá-nos um Haydn e um Mozart diferentes.... mais próximos do «modo» como eles tocavam/interpretavam e a Orquestra usa instrumentos da época.
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Por esse motivo gosto tanto das interpretaçóes de Andreas Staier em Mozart..............
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O detalhismo e a poesia (mel e prata) deram-me uma sensação dulcíssima, nesta noite de Sábado para Domingo, deliciosamente chuvosa e outonal...........
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